Uma história que se repete 23 anos depois

21/12/2017
Carlos Stegemann/PalavraCom
Na arquibancada do Estádio da Montanha, o entusiasmado Rafael Tribés, que disputou o Bom de Bola em 1994 pela equipe da EEB Adolfo Böving, de Braço do Trombudo, incentiva o filho homônimo, camisa 7 da equipe do Colégio Elias Moreira, de Joinville. Ao saber que Rafael Jr. havia feito um gol na partida anterior, ele não teve dúvidas e foi para Itapiranga torcer pelo atacante. “Quando o meu filho contou que tinha marcado, relembrei toda a emoção da minha época de atleta. Quando joguei no Bom de Bola fiz um gol, mas o Júnior é muito melhor e já me passou na artilharia”, revela orgulhoso o pai.
 
 
Nas quartas de final, Rafael Jr. fez bonito e marcou nos últimos minutos o gol de empate com a Escola Deodoro, de Concórdia, levando a partida para os pênaltis. A equipe joinvilense acabou perdendo por 5x4 nas cobranças, mas o resultado não abalou o entusiasmo da família Tribés. “Eu não cobro do meu filho ser um jogador profissional, mas sim, que ele dê o seu máximo em tudo que faça. É preciso levar a sério os nossos objetivos e isso vale para a vida”, conclui Rafael.